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Motos clássicas dos anos 80: conheça 9 mais importantes

Pilotar algumas dessas motos clássicas pode te trazer uma sensação inexplicável de liberdade, sabia?

Somente quem já pilotou uma consegue sentir o quanto o vento no rosto e a velocidade podem trazer a sensação de estar literalmente voando sobre duas rodas.

Nos anos 70 e 80, essa sensação era ainda mais forte, afinal, o uso do capacete ainda não era obrigatório ou uma regra imposta como nos dias de hoje.

Se você é um amante de motos, já deve ter ouvido falar que durante a década de 80, muitos modelos clássicos de motos foram desenvolvidos e comercializados, aguçando ainda mais os motociclistas a investir nessa paixão.

Hoje vamos falar um pouco mais sobre os principais modelos que fizeram mais sucesso nos anos 80 para você conhecer cada um deles e se encante ainda mais por esse mundo.

Confira a seguir:

9 motos clássicas que fizeram sucesso nos anos 80

As motos clássicas desenvolvidas nos anos 80 se tornaram grandes lendas. Por conta disso, muitas pessoas hoje em dia possuem o desejo de adquirir esses objetos pela história que elas carregam.

Com isso, nada melhor do que relembrar alguns dos modelos de motos clássicas que marcaram a geração dos anos 80. Confira algumas delas a seguir:

Motos clássicas da Honda: CB 400

CB 400 1982
Honda CB 400 de 1982 – Crédito de imagem: honda.com.br

A Honda lançou em 1980 um modelo de moto que tinha um desempenho nunca visto anteriormente, se tornando objetivo de desejos de diversos consumidores que tinham poder aquisitivo para isso.

A moto CB 400 era muito silenciosa, além de ter uma potência alta por conta do seu motor, o que não era tão comum em outros modelos de motos vendidos na época.

Esse modelo foi desenvolvido para substituir a CB 750, e mesmo tendo uma potência menor, ela esteve no mercado durante 14 anos, onde foi evoluída para o modelo CB 450 logo depois.

Clássicas da Yamaha: DT 180

Yamaha DT 180
Yamaha DT 180 – Crédito de imagem: Reprodução/Flickr

A Yamaha DT 180 é mais um dos modelos de motos clássicas que fizeram sucesso nos anos 80. Ela foi lançada em 1981, sendo a pioneira de motos de uso misto no Brasil.

Isso porque ela pode ser usada tanto na cidade quanto fora das estradas, tendo sido construída exatamente para isso. Ela possui duas versões: 180N e 180Z.

Foram comercializadas até o ano de 1997, sendo um dos modelos mais longevos do Brasil.

Uma clássica inconfundível: Agrale 16.5: SXT e Elefant

Agrale Elefant
Agrale SXT Elefant – Crédito de imagem: motomundosa.com.br

A partir de uma cooperação técnica com a fábrica Cagiva e a fábrica gaúcha que comercializava tratores, esses modelos foram desenvolvidos no Brasil de forma genuína.

Os modelos de motos Agrale 16.5: SXT e Elefant chegaram ao mercado no ano de 1984. Elas também eram de uso misto, como as ditas anteriormente da Yamaha. Seu diferencial estava nas inovações técnicas, que eram superiores às maiores do mercado.

Esses modelos de motos clássicas, de início causaram estranheza para os motociclistas, pois a sua novidade era refrigeração líquida no motor e freio a disco fora das estradas.

Com o passar dos anos, diversos outros modelos foram lançados com potências maiores, até que em 1997 elas deixaram de ser comercializadas.

Yamaha XT 600 Z Ténéré

Yamaha Ténéré
Yamaha XT600 Z Ténéré 1986 – Crédito de imagem: bikes.bestcarmagz.net

O modelo de moto clássica Ténéré foi criado para ser uma moto robusta, de uso misto e com um motor excelente. Ela era conhecida como um trator sobre duas rodas.

Foi lançada no Brasil a partir do ano de 1988, sendo um dos primeiros modelos de motos fabricadas pela fábrica Yamaha em Manaus, seguindo as mesmas especificações do modelo criado na Europa, três anos antes.

Esse modelo foi o pioneiro em usar a partida elétrica dentro desse segmento.

Yamaha com sua clássica RD 350 R

clássica Yamaha RD 350
Yamaha RD 350 R – Crédito de imagem: vivendoduasrodas.com.br

No ano de 1986, a Yamaha RD 350 R foi desenvolvida com o objetivo de quebrar o tabu de que as motos do Brasil não seriam modernas.

Além de terem um ótimo desempenho sobre as rodas, esse modelo introduziu o sistema TRAÇO no Brasil, que até então foi o primeiro.

CBX 750 F: a sete galo

7 Galo da Retornar, CBX 750 uma moto clássica
7 Galo da Retornar, CBX 750

O modelo CBX 750 F, também conhecido como sete-galo, foi comercializado no país nos anos de 1986 a 1994. Ele foi uma evolução do modelo japonês CB 750, que foi um dos maiores sucessos de motos do mundo desde os anos 60.

Os primeiros modelos da CBX 750 F que foram vendidas no Brasil foram muitos importantes, e receberam o apelido de sete-galo por conta do jogo do bicho, onde esse animal representa o número 50.

Esse modelo de moto trouxe grande revolução no mercado, afinal, não tinha nada parecido no país, fazendo com que os apaixonados por esse mundo se encantassem ainda mais.

No ano seguinte de sua fabricação, o modelo passou a ser comercializado no país, onde seus componentes vinham de outros lugares do mundo para serem fabricados aqui.

Isso acabou influenciando na sua performance, fazendo com que fossem fabricadas até o ano de 1994.

Nós tivemos um destes modelos aqui na nossa garagem, dê uma olhada na 7 Galo da Retornar:

Caloi Mobilete

Mobilete motos clássicas
Caloi Mobilete – Crédito de imagem: cnnbrasil.com.br

Mesmo não sendo considerada uma moto de verdade por muitas pessoas, esse modelo foi um dos primeiros veículos motorizados desenvolvidos nos anos 80.

As mobiletes eram bicicletas que tinham motores menores do que 50 cilindradas, e segundo a legislação do país, os condutores não precisavam de habilitação para conduzi-las.

Clássico e romântico: Lambretta e Vespa

Lambretta e Vespa – Créditos de imagem: milanocittastato.it / uol.com.br

Nos anos 80, os modelos de Vespa voltaram a ser fabricados no país, fazendo com que novas linhas fossem lançadas com uma pegada mais moderna, mas sem deixar de lado o modelo clássico.

Esse modelo de moto foi um dos mais vendidos na época, perdendo apenas para o modelo da Honda CG 125.

Honda XL 250 R

honda 250 clássica
Honda XL 250R – Crédito de imagem: honda.com.br

O modelo da Honda XL 250 R chegou ao Brasil em 1982 e trouxe grande revolução. Isso se deu pela suspensão traseira onde seu amortecedor era considerado tecnológico.

Isso porque, enquanto outros modelos, como a DT 180, por exemplo, tinham amortecedores horizontais abaixo do tanque do combustível da moto, o modelo XL 250 R tinha amortecedor menor instalado no centro do quadro, na vertical, sendo mais eficiente.

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