Câmbio CVT e automático: conheça as diferenças - Retornar
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Câmbio CVT e automático: conheça as diferenças

Câmbio CVT e automático: venha saber mais sobre quais são as principais diferenças entre os dois modelos. Clique para ler!

Por Retornar 24 nov 2022 Atualizado em 18 jul 2023 2 min de leitura

Câmbio CVT e automático, alternativas de transmissão ainda causam dúvida no consumidor.

Ainda que você não seja um especialista ou tenha tanto interesse assim em saber sobre o funcionamento de uma transmissão, é importante saber: O que é o câmbio CVT? É a mesma coisa que o automático?

Se você tem dúvidas em diferenciar uma coisa da outra, saiba que essa é uma informação essencial na hora de comprar um novo carro.

E pra começar o assunto, precisamos entender primeiro a sigla CVT, que significa “Transmissão Continuamente Variável”.

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Conforme a harmonia entre carro e condutor, o câmbio CVT garante uma experiência mais suave de direção em comparação com o câmbio automático tradicional, uma das vantagens mais significativas, é a economia de combustível que, entre outros, é um dos motivos da popularização desta transmissão nas atuais frotas de veículos.  

Em um câmbio manual, há um determinado número de marchas e é o motorista quem determina a relação de marchas necessárias, enquanto o câmbio automático utiliza um sistema que, apesar de também contar com número preciso de marchas, não depende da intervenção do condutor para a troca de velocidades, aí está semelhança com o CVT e somente nesta parte.

Pois, o câmbio CVT não possui engrenagens no conjunto, mas sim polias duplas, uma conectada ao motor e outra às rodas, ligadas uma a outra através de uma correia. 

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Honda Fit, o primeiro carro brasileiro a agregar o câmbio CVT (crédito de imagem: Divulgação)

Logo, as polias e correia não são fixas, oferecendo uma combinação infinita de relação de transmissão, independente da velocidade do motor, ao contrário da automática que tem um número fixo e definido de engrenagens.

Apesar disso, para popularizar a comercialização e agradar o consumidor final, alguns câmbios CVT são equipados com paddle-shifts (Câmbio borboleta) que simulam a troca de marchas pelo motorista.

As vantagens aparecem também na facilidade de arrancada, pois o conjunto fica mais leve e o carro desenvolve melhor em condições adversas, mantendo a transmissão variável, o que permite que ele trabalhe na “marcha” adequada, proporcionando, enfim, a economia de combustível citada anteriormente. 

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Escrito por Retornar Carros (@retornar.carros)

Contando histórias do Brasil através dos carros desde 2015. Conteúdo automotivo com pesquisa editorial, verificação de dados e paixão por cada modelo que rodou nas estradas brasileiras.

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