Conheça toda as versões do Opala SS, o esportivo icônico do modelo Chevrolet Opala produzidas entre 1970 e 1980. Existiram principalmente três versões: o SS4 (motor 4 cilindros), o SS6 (motor 6 cilindros) e o lendário 250-S (versão de competição).
Se você é apaixonado por carros clássicos brasileiros, provavelmente já se perguntou quais foram todas as versões do Opala SS fabricadas pela GM.
Neste artigo, você vai descobrir cada uma das versões desse esportivo nacional, suas características técnicas e o que torna cada modelo único.
Quais foram as versões do Opala SS
O Opala SS teve cinco principais configurações ao longo de sua produção:
SS 4.1 (1970-1971) – Primeira versão com motor 6 cilindros de 4.1 litros e 140 cv.
SS Cupê (1972-1973) – Versão com carroceria cupê e design “garrafa de Coca-Cola”.
SS4 (1974-1980) – Modelo econômico com motor 4 cilindros de 2.5 litros e 90 cv.
SS6 250-S (1976-1980) – Versão topo de linha com 173 cv, criada para competições.
Caravan SS (1978-1980) – Única perua esportiva da linha.
Cada versão tinha características específicas que atendiam diferentes necessidades do mercado. Vamos conhecer cada uma delas em detalhes.
SS 4.1: a primeira versão esportiva (1970-1971)
O selo SS nasceu em junho de 1970 com quatro portas.
A sigla SS significava “Separated Seats” (bancos separados), diferenciando-o das versões convencionais.
O motor 4.1 de seis cilindros entregava 140 cavalos brutos e 29 kgfm de torque.

Os principais diferenciais eram:
- Faixas pretas foscas no capô e laterais
- Volante de madeira de três raios
- Conta-giros no painel
- Câmbio de quatro marchas no assoalho
- Diferencial autoblocante (Tração Positiva)
- Estabilizador traseiro
Esse modelo estabeleceu o DNA esportivo que definiria toda a linha SS.
SS Cupê: o ícone do design (1972-1973)
Em 1972, a GM lançou a versão que se tornaria o ícone visual da marca.
O Opala SS Cupê tinha carroceria hardtop (sem coluna central) e teto fastback.
Seu design seguia a escola norte-americana com a linha de cintura “garrafa de Coca-Cola”.

Desempenho do SS Cupê:
- Aceleração de 0 a 100 km/h: 11 segundos
- Velocidade máxima: 182 km/h
- Freios a disco dianteiros de série
- Peso: 1.190 kg
O piloto Pedro Victor de Lamare foi bicampeão da Divisão 3 em 1971 e 1972 com este modelo.
Isso consolidou o SS como vencedor nas pistas.
SS6 250-S: o auge da performance (1976-1980)
O motor 250-S foi a resposta da GM aos V8 da Ford.
Desenvolvido pelo engenheiro Roberto Bernardi, esse propulsor era revolucionário.

Especificações técnicas do 250-S:
- Potência: 173 cv a 4.600 rpm
- Torque: 29,7 kgfm a 2.400 rpm
- Aceleração 0-100 km/h: 8,6 segundos
- Velocidade máxima: 190 km/h (testes de revistas)
As modificações incluíam:
- Taxa de compressão elevada
- Comando de válvulas esportivo com tuchos sólidos
- Carburador de corpo duplo
- Exigia gasolina azul (alta octanagem)
O 250-S venceu as 25 Horas de Interlagos de 1974, derrotando o Maverick GT.
Foi homologado para rua apenas em 1976.
O SS4 salvou a linha durante a crise e foi produzido até 1980.
SS4: economia com estilo esportivo (1974-1980)
A crise do petróleo de 1973 forçou a GM a criar uma versão econômica.
O SS4 usava motor de 4 cilindros de 2.5 litros com 90 cv.

Apesar da menor potência, mantinha toda a decoração externa do SS6:
- Rodas de aro 14
- Faixas esportivas
- Bancos separados
- Acabamento esportivo
Era visualmente idêntico ao topo de linha.
Isso permitiu que jovens com orçamento limitado tivessem um “SS de verdade”.
Diferenças entre SS4 e SS6:
| Característica | SS4 | SS6 |
|---|---|---|
| Motor | 4 cilindros 2.5L | 6 cilindros 4.1L |
| Potência | 90 cv | 140-173 cv |
| Torque | 18 kgfm | 29-29,7 kgfm |
| Consumo | Mais econômico | Menos econômico |
O SS4 salvou a linha durante a crise e foi produzido até 1980.
Caravan SS: a perua esportiva (1978-1980)
Em 1978, a Chevrolet criou algo inédito no Brasil.
A Caravan SS combinava o motor 250-S com a carroceria de perua.
Era um conceito precursor dos SUVs esportivos modernos.

Características da Caravan SS:
- Mesma mecânica do SS6 250-S
- Capacidade de carga de perua
- Visual esportivo mantido
- Raridade extrema no mercado
Apenas algumas centenas foram produzidas.
Hoje é uma das versões mais raras e valiosas do Opala SS.
Evolução técnica ao longo dos anos
Entre 1970 e 1980, o Opala SS recebeu melhorias constantes:
1975 – Direção hidráulica opcional.
1977 – Freios a disco ventilados na dianteira.
1979 – Participação no primeiro Campeonato Brasileiro de Stock Car.
1980 – Reestilização com faróis e lanternas retangulares.
Esses refinamentos mantiveram o modelo competitivo durante toda sua produção.
Quanto vale cada versão hoje?
O mercado de Opala SS se valorizou absurdamente nas últimas décadas.
Valores estimados em 2024:
- SS4 restaurado: a partir de R$ 100.000
- SS6 para restaurar: a partir de R$ 100.000
- SS6 original excepcional: acima de R$ 200.000
- 250-S documentado: valores sob consulta
Apenas 1.500 unidades da linha SS circulam no Brasil.
Destas, somente 220 são SS6 com motor original de seis cilindros.
Isso torna o modelo um investimento sólido para colecionadores.
Opala SS o Esportivo Nacional
O Opala SS teve cinco versões principais que marcaram a história automotiva brasileira.
Do SS 4.1 pioneiro ao lendário 250-S, cada modelo trouxe inovações técnicas e design marcante.
Hoje, esses carros são ativos valiosos que continuam se valorizando no mercado de colecionáveis.
Se você está pensando em adquirir um Opala SS, faça uma análise detalhada do estado mecânico e da documentação.
Prefira exemplares com histórico conhecido e originais preservados.
Você pode ter um Opala SS 1979 4.1
Agora você conhece todas as versões do Opala SS que fizeram história.
Que tal participar de uma promoção exclusiva para realizar o sonho de ter um SS na garagem?
Não é um SS qualquer.

Principais destaques deste Opala SS 1979:
- Motor 4.1 de 6 cilindros
- Carburador Weber 40
- Escape 6×2 + Dana 30 com ronco encorpado
- Interior original remodelado
- SS de plaqueta original
Alguns carros não envelhecem. Eles se consagram.
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